Após os professores da rede estadual recusarem o documento de conciliação encaminhado pelo Governo, o gestor Mauro Mendes (DEM) resolveu determinar mais um corte financeiro aos servidores do Estado
Como se não fosse suficiente o corte de pontos e corte salarial aos educadores grevistas, desta vez, o governador impôs um corte de limite no empréstimo consignado, que atinge exclusivamente todos os servidores que tiveram seu ponto cortado.
Segundo informações de funcionários que aderiram à greve, ao consultar o “Portal do Consignado”, é possível perceber que a margem de empréstimo disponível foi zerada pela Secretaria de Gestão de Mato Grosso.
A Coordenadoria de Controle e Fiscalização das Consignações do Estado confirmou a situação e alegou que abrange somente os servidores da Educação.
Há quase dois meses em greve, a classe enxerga a nova medida de Mendes como apenas mais uma forma de tentar oprimir o movimento e fazer com que os professores abdiquem de suas reivindicações para voltarem ao trabalho.
Sem ponto, sem salário e agora sem a possibilidade de fazer um empréstimo consignado, os servidores afirmam fazer parte de um movimento heroico e garantem a resistência.
Fonte: Redação